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Uso do NEEM para combater bicho mineiro no café

Vejam vídeo mostrando o uso prático do NEEM para combate de bicho mineiro em árvores de café.

https://www.youtube.com/watch?v=wNu66iLAGZ8

Vídeo: O neem na pecuária


Preserva Mundi - O Neem na Pecuária from Tripé Filmes on Vimeo.

Professores universitários conhecem sistema produtivo da fazenda do neem

Redação

Os professores Ivan Fernandes Martins, da UFRA - Universidade Federal Rural da Amazônia, e César Auguste Badji, da UAG/UFRPE - Universidade Federal Rural de Pernambuco visitaram, na última semana, a fazenda Preserva Mundi, ou "Fazenda do neem." Os docentes percorreram as instalações locais com o objetivo de observar o processo de produção, coleta e beneficiamento da fazenda.

Para Ivan Martins, que trabalha com controle ecológico de pragas, a exploração de culturas não convencionais aliada à filosofia de produção é o ponto de destaque da Fazenda do neem.

"A Preserva Mundi juntou a filosofia de produção sustentável com produtos não convencionais e a dedicação de pessoas preocupadas com a qualidade de vida", afirma.

Martins destacou também a criação de Pirarucu. "É muito interessante, estes peixes que eu só conhecia de prateleira e em matérias de pesca exploratória. Espero realizar parcerias em estudos e levar meus alunos da universidade", finaliza.

Veja imagens da Preserva Mundi em fotos tiradas pelos pesquisadores:






Preserva Mundi na XIX edição da Semana de Meio Ambiente da PUC-Rio

A fazenda Preserva Mundi participa da XIX edição da Semana de Meio Ambiente da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), entre os dias 3 e 7 de junho de 2013.

O evento, organizado por alunos de graduação e professores da própria universidade, além de membros do NIMA (Núcleo Interdisciplinar de Meio Ambiente), acontecerá na sede da instituição.

O objetivo é formular ações relacionadas à agenda ambiental da universidade e promover a integração da comunidade científica com organizações da sociedade civil através de workshops, exposições e palestras/debates com profissionais de diversas áreas.

A diretora-executiva da Preserva Mundi, Romina Lindemann, será uma das palestrantes. Ela apresentará no dia 05, a partir das 11h30, o modo de produção sustentável e os produtos feitos à base de neem e noni pela Preserva.

Para mais informações, acesse: http://www.nima.puc-rio.br/index.php/pt/todas-as-notas/3820-xix-semana-de-meio-ambiente

Preserva Mundi participou da 2ª feira de sementes e mudas da UNB

Da Redação

A diretora-executiva da fazenda Preserva Mundi, Romina Lindemann, participou, em Alto Paraíso de Goiás (GO), da II Feira de Sementes e Mudas da Chapada dos Veadeiros, promovida pelo Centro UnB Cerrado em parceria com a Cooperativa Frutos do Paraíso.

O evento é palco da prática de doação, permuta e comercialização de sementes crioulas e mudas de produtores rurais, organizações sociais, instituições de ensino, comunidades tradicionais.


Para Lindemann, que levou à feira 500 gramas de sementes de nim, a troca de sementes é um momento privilegiado para a transmissão de conhecimentos em prol do fortalecimento da agroecologia. "A 2ª edição do evento representa o amadurecimento de uma proposta de criação de uma rede de conservação, difusão e intercâmbio de variedades crioulas no País."

A atividade reuniu expositores de diferentes regiões do país, como o produtor Amilton Fernando Munari, de Maquiné (RS), que levou mais de 20 variedades de feijão, milho, batata, girassol e outras espécies. O conhecimento sobre cultivo e estocagem foi herdado do pai e avô. Hoje, Munari é referência da produção orgânica e percorre o Brasil para participar de feiras e encontros de Agroecologia. "É o momento de a gente se encontrar e pensar juntos sobre a nossa soberania alimentar e nutricional. Foi muito importante ver o interesse das pessoas, porque a semente que a gente troca leva com ela a cultura. Ela é a vida e nos faz viver mais perto da natureza, senão a gente fica distante, vivendo em um mundo artificial”, comentou Munari.

Variedades centenárias de milho crioulo produzido pelos calungas (descendentes de escravos) da região e outras espécies que retratam a riqueza da agrobiodiversidade brasileira, além de mudas e plantas trazidas por moradores do município, atraíram atenções de quem passou pela feira. “Eu fiquei muito satisfeito de ver até crianças trocando de sementes. Esse valores cooperativos sendo disseminados entre elas, pra mim, foi ótimo de ver”, relatou Julio Itacarambi, expositor e agricultor de Alto Paraíso.

* Com informações do Blog Oficial do evento

Cultivo consorciado de abacaxi e neem tem bons resultados em Minas Gerais

Do G1 Triângulo Mineiro

Em São Gonçalo do Abaeté, região Noroeste de Minas Gerais, um agricultor investiu no cultivo do abacaxi, consorciado com o neem, uma planta indiana. A ideia já rendeu frutos e o produtor comemora os bons resultados.

Segundo o agricultor, Ailton Oliveira, a produção superou as expectativas. O abacaxi está muito doce e bem maior. Ele afirmou que dos 100 mil pés, 70% têm tamanho grande e o restante médio e pequeno. Na propriedade ele ainda cultiva o neem, uma planta da família do mogno e do cedro. De origem indiana, serve como matéria-prima na produção de adubos e controle de pragas e também é utilizada pela indústria de cosméticos.

O agricultor conta que quando começou o plantio, em junho do ano passado, ao ver o tipo de terra da região quase desistiu. “Pela primeira vez que eu cheguei e vi a terra pensei: 'isso aqui não vai virar nada'. Apesar do neem gostar de terra arenosa e profunda, aqui [a terra] não tem nada a ver com o neem”, lembrou.

Mas Ailton foi surpreendido e a árvore se adaptou bem à região. Então ele resolveu investir no plantio consorciado. "Na primeira produção do neem, nós incorporamos ele na terra. Isso ajudou bastante na produção do abacaxi afastando os nematóides, a broca e evitando as moscas que podem causar danos aos frutos", explicou.

O resultado foi tão positivo que ele já pensa em ampliar a área de plantio. “Vou aumentar quatro vezes mais, passar de oito para quase 40 hectares. Para muitas pessoas descascar o abacaxi é um pepino, mas para mim é um bom negócio”, afirmou.

# Assista a reportagem: http://globotv.globo.com/tv-integracao-triangulo-mineiro/mg-rural-tv-integracao/v/produtor-de-sao-goncado-do-abaete-mg-investe-no-abacaxi-consorciado-com-planta-indiana/2211282/


Entrevista de Romina Lindemann, diretora da Preserva Mundi, no Terraviva

No quadro Conversa Franca do Programa Dia-a-Dia, do Canal Terraviva, a diretora executiva da Preserva Mundi, Romina Lindemann, fala sobre a versatilidade do Neem, e como ele auxilia no controle de doenças e parasitas que atacam o rebanho leiteiro. Confira:

Óleo de Nim resolve: veja casos

por Globo Rural Online

Pé de porco problemático

Há algum inseticida natural para impedir o ataque de bicho-de-pé em porcos?
Wilson Genaro, por e-mail


O controle da pulga do bicho-de-pé pode ser obtido com uso de água com sal grosso. Faça uma mistura na proporção de 300 gramas de sal para cada litro de água. Aplique quatro litros da solução por metro quadrado de solo. Mesmo sendo o sal um produto químico (cloreto de sódio), ele não deixa resíduos nas carcaças.

Para combater a pulga é preciso aplicar a solução de sal onde estão as larvas, que se desenvolvem em lugares empoeirados e sombreados. Alimentam-se de restos de fezes das pulgas adultas e de pele dos porcos, que são os hospedeiros. Para prevenir o ataque, examine cuidadosamente os animais que entram na propriedade, principalmente os cães e os porcos. Uma pessoa contaminada também pode disseminar a praga. Remova as pulgas e trate com água e sal. Óleo de nim é utilizado para eliminar o inseto adulto.


Praga na couve

Quero saber como combater a lagarta da couve de maneira ecológica, sem defensivos agrícolas.
Leandro Pinto Soares, Montenegro, RS


Se a infestação for baixa, pode ser feita a catação manual das lagartas ou das folhas onde estejam. As pragas devem então ser esmagadas ou eliminadas de algum outro modo. Caso isso não seja possível, há a possibilidade de pulverizar as plantas com produtos agroecológicos. O IAC – Instituto Agronômico de Campinas, possui várias receitas, como a mistura de fumo e sabão; a solução de sabão de coco neutro; e o preparado com cravodefunto, que é feito com um quilo de suas folhas misturado em dez litros de água. Leve ao fogo e deixe ferver durante meia hora, ou mantenha de molho por dois dias. Coe e pulverize o preparado frio sobre as plantas. Em lojas agropecuárias especializadas, também podem ser adquiridos o óleo de nim emulsionado ou o Bacillus thuringiensis.

Preserva Mundi lança novo portal

 PRESERVA MUNDI prioriza sua comunicação com a sociedade. Novo website centraliza ferramentas de mídias sociais e conteúdo renovado


A fazenda PRESERVA MUNDI, conhecida também como a "Fazenda do Neem", localizada na pequena cidade de São João de Pirabas, a 230 km de Belém (PA), vem intensificando sua comunicação com a sociedade.

Desde 2011, conta com uma assessoria de comunicação e está presente nas redes sociais por meio de seu Twitter (@preservamundi), Facebook e YouTube. Mais recentemente, lançou este blog sobre os diversos usos dos produtos derivados do nim e os temas relacionados à sustentabilidade em geral. E agora, reunindo as ferramentas atuais da comunicação, a PRESERVA MUNDI coloca no ar seu novo website (www.preservamundi.com.br), que centraliza o conteúdo disponível, apresentando-o de forma amigável, moderna, dinâmica e sempre atualizado com novas informações.

O site que você passa a utilizar nesta nova fase espelha melhor o crescimento da cadeia produtiva do neem e do noni. Atualmente, a PRESERVA MUNDI possui 160 mil árvores de Neem e 10 mil árvores de Noni e dentro de um modelo de negócios vertical, a empresa também industrializa os produtos derivados da planta.

Na Índia, as propriedades do Nim são utilizadas na medicina, cosmética, jardinagem, agricultura, pecuária entre outras áreas, há mais de quatro mil anos.

O atual aumento das exigências na agricultura e pecuária por processos e produtos amigáveis ao meio ambiente, por exemplo, impulsiona o mercado de soluções de controle biológico de pragas e fertilização orgânica.

Neste cenário, produtos derivados da árvore de origem indiana Nim – nome científico “neem – Azadirachtina indica” - ganham destaque como eficientes, seguras e econômicas alternativas ao uso de defensivos e adubos químicos nas lavouras e criações.

Soma-se às vantagens econômicas e ambientais do Nim, o fato da produção da PRESERVA MUNDI ser feita em parceria com comunidades ribeirinhas locais, colaborando para geração de emprego e renda na região.

Hoje, a fazenda investe também na preservação de espécies como o Pirarucu, conhecido como bacalhau da Amazônia. Nosso objetivo é contribuir com matrizes de reprodução de alevinos e com isso, preservar a espécie que tem a pesca controlada desde 1992.

Estamos abertos para receber nossos amigos, parceiros, universidades, e todos que se interessam por um mundo melhor.

A PRESERVA MUNDI é hoje um aprendizado e também um desafio, na busca de proporcionar a reaproximação do homem com a natureza.

Revista A Lavoura publica reportagem sobre a Preserva Mundi

A Revista A Lavoura, do mês de junho, publicou uma  reportagem sobre a Preserva Mundi, empresa participante da rede Organicsnet. O cultivo de cerca de 160 mil árvores de Nim pela fazenda, iniciado há, aproximadamente, cinco anos, foi a pauta da matéria. A Preserva Mundi possui uma plantação orgânica certificada pela empresa suíça IMO Control; imersa em um modelo de negócio vertical, ela também industrializa os produtos derivados da planta. Localizada a 200 Km de Belém, no Pará, a Preserva Mundi fornece produtos para mais de 75 produtores rurais e tem crescimento anual de 45%.

 Leia a reportagem clicando na figura abaixo:


A Lavoura

Publicada desde maio de 1897 como órgão oficial da SNA, A Lavoura é a mais antiga revista do agronegócio brasileiro. É enviada para os associados e distribuída em universidades, centros de pesquisa e bibliotecas do Brasil e do exterior. Escrita em linguagem acessível, A Lavoura publica artigos técnicos, reportagens que abrangem todas as atividades da cadeia produtiva agrícola, além das novidades do setor.

Azadiractina, uma nova opção no controle de insetos

Por Uemerson Silva da Cunha  e Paulo César Bogorni  

Dentre as estratégias adotadas para minimização dos danos de insetos-praga em hortifrutigranjeiros, o controle químico tem sido a principal,  onde várias pulverizações são realizadas durante seu cultivo. Apesar disso, muitas vezes não se tem obtido a eficácia desejada, devido entre outros coisas, a seleção de populações resistentes aos princípios ativos empregados e à eliminação de populações de inimigos naturais.

Somados a estes, estão os possíveis problemas de intoxicações de  produtores e de  consumidores pelos resíduos dos agrotóxicos utilizados, bem como a contaminação ambiental. Nesse sentido, uma das alternativas que tem se mostrado promissora como componente do manejo integrado de insetos-praga, tais como a traça-do-tomateiro Tuta absoluta (Meyrick) e a mosca-branca Bemisia tabaci (Genn.) biótipo B, o uso de inseticidas  naturais, predominantemente os oriundos  de  Azadirachta indica  (Meliaceae), planta inseticida de origem indiana comumente denominada nim, cujo principal composto é a azadiractina.

Os insetos tratados ou alimentados com azadiractina apresentam alterações desde a inibição do crescimento, deformações e prolongamento da fase de desenvolvimento até a morte. Nesse sentido, a utilização desse tipo de composto constitui uma alternativa viável para o controle de pragas, principalmente considerando-se que os sistemas de produção sustentáveis requerem a implantação de medidas menos agressivas e que possam ser mantidas por um maior período de tempo como parte do agroecossistema.

No Brasil, alguns trabalhos foram realizados, utilizando-se um produto formulado à base de azadiractina, visando o controle da traça-do-tomateiro e da mosca-branca. Para o controle de traça-do-tomateiro,  verificou-se que concentração do produto formulado a partir de 0,18%  foi suficiente para causar mortalidade superior a 90% das larvas no sexto dia após a aplicação. Já para mosca branca as concentrações de 0,12% e 0,24% provocaram mortalidade de ninfas superiores a 80% e 90% respectivamente, ao 15º dia após a aplicação do produto.

A azadiractina tem seu principal efeito por ingestão, assim sendo, a  mortalidade dos insetos é observada a partir do quarto dia após a aplicação. Apesar de não possuir ação de choque o efeito da  azadiractina sobre larvas e ninfa é imediato, paralisando  a alimentação e levando a morte das mesmas. A ovoposição das fêmeas também é afetada.

Por se tratar de um composto natural, extraído de uma planta, a azadiractina apresenta problemas de degradação havendo a necessidade de que produtos a base desse composto sejam formulados para aumentar a vida de prateleira e apresentarem maior eficiência em condições de campo. Também, por não deixar resíduos nos produtos tratados é um fator a mais de segurança ao consumidor.

Embora diversos produtos a base de azadiractina sejam comercializados no Brasil, esses em sua grande maioria são “óleos” que não apresentam uma garantia mínima desse composto em sua composição, além de outras impurezas. Hoje temos apenas um produto registrado no MAPA a base de azadiractina chamado Azamax® que também tem certificação para uso em agricultura orgânica. A utilização de produtos registrados nos dá não apenas a garantia da concentração do ingrediente ativo mas a segurança de uma melhor  eficácia no manejo das pragas nas lavouras. 

Bibliografia

CUNHA, U.S.; BOGORNI, P. C.; VENDRAMIM, J. D.; GONÇALVES-GERVÁSIO,  R.  C. R. Estimativa de concentrações letais de NeemAzal-TS, formulação à base de nim, para a traça -do-tomateiro Tuta absoluta (MEYRICK) In. Simpósio sobre controle biológico - SICONBIOL, VIII, São Pedro, SP, SEB, p.162, 2003.

LOVATO, B. V.;  VENDRAMIM,  J. D. Estimativa de concentrações letais de  Neemazal-TS, formulação  à  base  de  nim,  para  a  mosca-branca Bemisia tabaci (Genn.) biótipo  B . In:  XI Simpósio Internacional de Iniciação  Científica  da  USP,  2003,  Piracicaba.  Resumos.  Piracicaba: ESALQ, 2003. v.1. p.56-56.

Rio+20: Preserva Mundi é destaque na mídia nacional

Em reportagem da Agência Brasil, replicada pelo Jornal do Brasil, a diretora-executiva da Preserva Mundi, Romina Lindemann, adverte para as barreiras que os produtores de orgânicos ainda enfrentam para fazer chegar seus produtos ao consumidores.

Ela elenca a falta de assistência técnica e da logística de entrega de produto como os piores gargalos: “A dificuldade para os produtores orgânicos é o acesso à assistência técnica. Hoje o produtor fica carente. A indústria química tem pessoal para colocar equipes viajando de carro pelas estradas do país. Os produtos naturais custam até mais barato, mas não tem a assistência que a indústria química dá. O governo tenta fazer algumas ações, mas ainda é muito limitado”, disse Romina.

Veja reportagem na íntegra:


Mercado de orgânicos cresce, mas ainda enfrenta barreiras, dizem produtores

Agência Brasil

O mercado para produtos orgânicos – sem uso de agrotóxicos, adubação química ou hormônios – está se expandindo rapidamente no Brasil, mas os produtores ainda enfrentam barreiras para chegar aos consumidores. A avaliação é de produtores orgânicos reunidos na conferência Green Rio, evento de agricultura orgânica paralelo à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, Rio+20.

A produtora rural Romina Lindemann, da empresa Preserva Mundi, que fabrica produtos de uso medicinal e veterinário a partir do neem, uma erva indiana cultivada na fazenda da família, no município de São João de Pirabas, no nordeste do Pará, reclama da falta de assistência técnica e da logística de entrega.

“O neem é uma planta indiana usada há mais de 4 mil anos na medicina na Índia. Lá ele é usado como repelente de insetos e como creme dental, pois os indianos mascam os galhos do neem como se fosse a escova de dentes”, disse.

“A dificuldade para os produtores orgânicos é o acesso à assistência técnica. Hoje o produtor fica carente. A indústria química tem pessoal para colocar equipes viajando de carro pelas estradas do país. Os produtos naturais custam até mais barato, mas não tem a assistência que a indústria química dá. O governo tenta fazer algumas ações, mas ainda é muito limitado”, disse Romina, que cultiva 160 mil pés de neem em sua fazenda.

O produto tem apresentações em pó, sabonete ou líquida e pode ser usado no combate a piolhos, bernes, vermes e mosca de chifre em bovinos, na forma de chá.

Para a produtora orgânica Rosangela Cabral, dona da empresa Secale Pães Orgânicos, o maior problema não foi a aceitação de sua linha de pães, mas a dificuldade para encontrar uma logística de distribuição que atenda tanto aos grandes mercados como às pequenas lojas de produtos naturais, muitas a centenas de quilômetros de distância de sua padaria, em Porto Alegre.

“O negócio está crescendo, mas têm mil dificuldades. A empresa está indo bem, mas eu preciso ter mais fôlego. O problema é a logística de entrega, pois o volume é pequeno e o frete é caro. Para o orgânico deslanchar de vez no Brasil é preciso resolver a questão da distribuição”, avaliou Rosangela que há seis anos fabricava 500 pães por mês e, hoje, produz 15 mil.

O produtor rural Dick Thompson, da região de Itaipava, em Petrópolis (RJ), começou há cerca de 22 anos entregando verduras orgânicas para cinco amigos que moravam no Rio de Janeiro. Depois de trabalhar por anos no mercado financeiro, ele resolveu investir em um sítio de 50 hectares na serra e optou pela produção sem venenos ou adubo químico, quando criou a empresa Sítio do Moinho.

“Na época era uma novidade completa. Comecei pensando em alimentar minha família de uma forma saudável e correta. Aí entendi que o processo era benéfico não só para a saúde do indivíduo, como para o meio ambiente e o mundo. Comecei entregando verduras em domicílio para cinco amigos. A coisa foi crescendo e hoje fazemos 300 entregas por semana, disse Dick, que também vende seus produtos em uma loja própria na zona sul e deve inaugurar outra na Barra da Tijuca. Além das hortaliças, ele também comercializa massas, granolas, pães e outros artigos orgânicos.

Para ele, o preço dos orgânicos jamais será o mesmo que o da produção convencional, pelo simples fato de que a produção orgânica leva mais tempo para chegar ao ponto de colheita ou de abate, justamente por não utilizar de adubação química nem de hormônios. “Um alface orgânico leva três meses para estar pronto. Um de agricultura convencional pode ser colhido em dois meses. Ou seja, com orgânico eu tenho quatro safras por ano, enquanto com adubação química consigo seis. Os orgânicos serão sempre de 20% a 30% mais caros”, comparou Dick.

O secretário nacional de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Laudemir Müller, acredita que estratégias de governo possam equilibrar os preços. “O nosso objetivo é que os orgânicos tenham os mesmos preços de mercado que os não orgânicos. Nossa estratégia é promover a produção orgânica e a agricultura familiar, gerando desenvolvimento no meio rural, e dar acesso a um alimento de maior qualidade nutritiva e socioambiental. A produção orgânica já não é cara. Temos uma política de crédito específica para os orgânicos e uma assistência técnica e de extensão rural”, disse Müller. Atualmente, segundo o MDA, o país tem registrado cerca de 90 mil famílias dedicadas à agricultura orgânica.

A responsável pela conferência Green Rio, Maria Beatriz Martins Costa, da empresa Planeta Orgânico, reforça a tese de que a produção orgânica está ficando cada vez mais barata e acessível a um segmento maior de consumidores, através dos ganhos de escala. “Um grande impulso que o mercado está tendo são as políticas públicas, na medida em que os agricultores familiares têm incentivo a entrar no setor orgânico. Um dos maiores grupos de supermercado do Brasil registrou crescimento de 35% na venda de orgânicos em 2011, comparado com o ano anterior, que já vinha de um crescimento de 70% desde 2003, quando começaram a trabalhar com produtos orgânicos”, destacou Maria Beatriz.

Os benefícios do neem para a pecuária leiteira

Reportagem da revista Balde Branco, edição de maio de 2012




Neem, uma planta que protege o rebanho
Propriedades da árvore indiana auxiliam no controle de doenças e parasitas que atacam o rebanho leiteiro. Especialistas garantem eficácia e rapidez no tratamento.

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A competitividade da pecuária leiteira atualmente se baseia principalmente na aplicação de tecnologia, elevação da produtividade e ganhos de eficiência da porteira para dentro. E isso passa por uma gestão correta dos custos de produção, o que inclui o controle rigoroso de doenças e pragas que afetam a exploração, como vermes, moscas, carrapatos, bernes e bicheiras.

Segundo um estudo que calculou o impacto econômico das principais ectoparasitoses no País, os prejuízos causados podem exceder os US$2 bilhões por ano, sendo as possíveis perdas associadas à diminuição da produção de leite e aos gastos com medicamentos.

O uso indiscriminado de diversos princípios químicos determinou um grave quadro de resistência genética de vários parasitos.

Desde então, vem se abrindo espaço para o uso de métodos alternativos, como a utilização de plantas de potencial fitoterápico com ação repelente e larvicida. Em geral, são tratamentos simples e de baixo custo. Além disso, tais substâncias naturais são consideradas menos poluentes, com baixo poder residual, e apresentam menores riscos de intoxicação. Um dos bons exemplos nessa proposta é a árvore neem, que atua como repelente, inseticida, acaricida, fungicida e nematicida.

A pós-doutora em química orgânica e professora da Ufscar - Universidade Federal de São Carlos, Maria Fátima das Graças Fernandes, aponta que cerca de 400 espécies de insetos foram relatadas em pesquisas como sensíveis a algum tipo de ação do neem.  “Além desse tipo de ação, o neem tem efeitos sobre outros organismos, como nematóides, fungos, vírus e protozoários”, diz, explicando que o produto, que atua como bioinseticida, se revela praticamente inócuo ao ambiente e ao homem, biodegradável e com baixa persistência no ambiente.

Em cinco dias ação direta e indireta - Após a ingestão, o princípio ativo azadiractina passa a circular na corrente sanguínea dos animais e os parasitas que se alimentam do sangue passam a sofrer os efeitos negativos da planta. Em cinco dias, os carrapatos (Boophilus microplus), as larvas de berne (Dermatobia hominis) e a moscas-do-chifre (Hematobia irritans), por exemplo, morrem no corpo do animal, segundo a professora da Ufscar. A azadiractina é ainda elimi¬nada nas fezes dos animais, justamente onde as moscas colocam seus ovos. “Ao entrarem em contato com o princípio ativo do neem, não se desenvolvem e a infestação diminui consideravelmente”, ela completa.

Os resultados dependem do nível de infestação dos animais, do tamanho da área e das condições climáticas. Normalmente, os efeitos começam a aparecer em torno de 25 dias após o início dos tratamentos, mas em alguns casos, podem levar mais de 70 dias.

Na Zona da Mata mineira, Dauro Francisco Vilella Schettino sempre criou as 600 cabeças de gado leiteiro de sua fazenda de modo convencional. Por muito tempo, enfrentou sérios problemas para eliminar moscas-do-chifre e carrapatos. O uso dos produtos químicos era caro e trabalhoso, e para driblar a resistência da praga era necessário  alternar diferentes formulações, de três em três semanas.

Com isso, a cada banho químico, a produção  - de 1.500 litros de leite/dia - apresentava perda entre 10% e 15% nos dois dias seguintes.
A rotina da fazenda mudou quando, no começo de 2010, o proprietário decidiu enfrentar os citados insetos com o uso do pó do neem, na proporção de 1,5kg de pó para cada 100 kg de sal mineral. O produto conseguiu, enfim, interromper o ciclo das pragas no gado e dar sinal verde para a produção orgânica que almejava.

O tratamento por meio de produtos naturais não é novidade. “No início do século passado, plantas medicinais eram a única opção dos fazendeiros para tratar os animais doentes. Depois surgiu o antibiótico, comprado pronto, sem a necessidade de manipulação. Com isso, as plantas, apesar de serem a opção mais barata, deixaram de ser usadas”, conta Romina Lindemann, diretora da fazenda Preserva Mundi, produtora de árvores neem no Estado do Pará.

Utilização de folhas e sementes - A Preserva Mundi também fabrica produtos à base de neem e iniciou no ano passado a extração do óleo das sementes, também usado no controle pragas da pecuária.

A Leven Nutrição Animal é outra empresa do setor, empresa de Catanduvas (PR), e passou a adicionar o pó da folha do neem à fórmula de seu aditivo para o controle da mastite em bovinos leiteiros a partir de 2008.
Segundo o diretor comercial Marcelo Simionato, a empresa acompanha o uso do produto em cerca de 300 propriedades e pode perceber a melhora no controle da mastite.

Ele diz que seus produtos ajudam a aumentar a produção de anticorpos, o que potencializa as defesas imunológicas dos animais para o próprio organismo combater as agressões das bactérias e de outros agentes patológicos como aqueles causadores da mastite subclínica, forma mais comum da doença. “Com certeza, tivemos resposta mais rápida no controle de mastite a partir do momento que começamos a incluir o neem no produto. Estamos alcançando uma redução de aproximadamente 85% a 92% de casos de mastite nos rebanhos”, conta Simionato.

A equipe da Leven tem observado que o aditivo fortificado com neem auxilia também no controle de pragas. “Misturamos 3% de neem a cada 50 gramas do nosso produto e recomendamos o uso diário e contínuo no rebanho. Com essa dosagem, conseguimos reduzir 95% dos carrapatos e bernes nas propriedades visitadas; nas moscas o índice é menor, chega a 40%”, garante.

As folhas da árvore indiana também tem ação eficiente no tratamento de úlcera em bovinos. É o que mostra o resultado de uma pesquisa realizada pelo Instituto Oikos de Agroecologia, numa fazenda de produção de leite orgânico em Lorena, interior de São Paulo.

“Os animais com feridas de 6 cm de diâmetro tiveram a completa cicatrização após sete dias de tratamento, sem recidivas do processo. Nos tratamentos tradicionais essa cicatrização pode demorar até 15 dias, havendo recidivas em 60% dos casos”, diz Lindemann, explicando que o neem pode se tornar um grande aliado do produtor, ajudando a reduzir custos e a tornar mais limpa a produção.

Artigo de Romina Lindemann para a Revista Ecologic

Amigos do blog da Preserva Mundi, confiram o artigo da diretora Comercial da Preserva, Romina Lindemann, para a edição de Abril da Revista Ecologic. O material está na página 50. 

Aprenda a fazer sabão caseiro à base de neem contra pulgas e carrapatos

Feito com óleo da planta indiana, o sabão impede que pulgas e carrapatos tirem o sossego do seu bicho de estimação

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Coceira, feridas na pele, fezes com vermes. Esses são alguns dos sinais de que seu cão ou gato é vítima de pulgas e carrapatos.

Saiba que é possível se livrar dessas pragas e ainda deixá-lo blindado contra futuros ataques com uma solução caseira: o sabão de Neem. Ele é feito com uma planta que repele pulgas e carrapatos naturalmente.

Veja a seguir a receita do sabão de Neem, para acabar com o coça-coça do seu bicho de estimação.

Como fazer o sabão antipulgas e carrapatos

Ingredientes
. 1 barra (200 g) de sabão glicerinado
. 20 ml de óleo de Neem (encontrado em casas de jardinagem)
. 10 gotas de óleo essencial de cravo, citronela ou eucalipto

Modo de preparo
Em banho-maria, amoleça o sabão até ficar cremoso. Retire do fogo e esfrie até atingir 40ºC (meça com um termômetro). Adicione os óleos, mexa bem, ponha em forminhas e leve ao freezer por 20 minutos.

Conheça melhor o Neem, que afasta pulgas e carrapatos

. O óleo é retirado da árvore Azadirachta indica, da família do mogno.

. Possui uma substância que mata insetos em geral.

. É vendido como sabão em barra, sabonete líquido e óleo puro ou diluído.

. Pode ser usado em pessoas e animais de sangue quente (menos peixes, répteis, insetos...).

. Dá para colocar na ração, usar no banho ou aplicar no dorso do animal.

. Se a infestação for grande, borrife o bicho e a casa com óleo puro, além de dar banho no bicho com o sabão.

Fonte: Maria Lúcia Sauerbronn Gonçalves, Farmacêutica Bioquímica

Fazenda Preserva Mundi sedia Dia de Campo sobre cultivo do neem

Piscicultores, empresários, fazendeiros, técnicos e lideranças de 17 municípios do nordeste do Pará, se reuniram na última sexta-feira (10), na Fazenda Preserva Mundi (Neem), em São João de Pirabas, para o  Dia de Campo sobre cultivo do Nim e criação de pirarucu em cativeiro.

A proposta da Emater é acompanhar e apoiar o trabalho da fazenda Neem e formar uma cooperativa de piscicultores, que estimule o criatório do pirarucu e desenvolva a produção agrícola.

No encontro, os participantes puderam tirar suas dúvidas sobre o cultivo de essências florestais como o Nim. Pesquisa recente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) detectou que o extrato da planta combate cerca de 400 espécies de fusariose, praga que causa grande perda na produção.

No que diz respeito à pecuária, o Nim também se apresenta com uma alternativa para o combate de vermes e carrapatos.


Veja o vídeo:



Leia matéria da Agência Pará de Notícias sobre o evento:

Emater expõe tecnologias para cultivo de essência florestal

Agência Pará de Notícias

Com o objetivo de diversificar, verticalizar e fomentar a produção de essências florestais e o cultivo do pirarucu em cativeiro, a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater) promoveu nesta sexta-feira (10) um Dia de Campo na fazenda Neem, no município de São João de Pirabas, nordeste do Estado.

A propriedade pertence ao empresário Sérgio Lidemamm e funciona hoje, em parceria com a Emater, como um centro difusor de tecnologias inerentes ao trabalho desenvolvido especialmente com o Nim (planta de origem asiática) e produção, cria e engorda do pirarucu.

Durante a visita técnica os participantes puderam conhecer as tecnologias usadas para a criação do pirarucu em cativeiro e entender a importância correta do manejo que garante um aproveitamento maior dos alevinos, diminuindo o índice de mortalidade.

As informações tiraram as dúvidas da produtora Deuzilene Batista, que tem uma propriedade no município de Bonito. Por falta de conhecimento técnico, ela acabou perdendo grande parte da produção. “Essas informações vão me auxiliar na criação do peixe, que já comercializamos em nossa propriedade”, informou.

A criação do pirarucu é uma alternativa de geração de emprego e renda especialmente para as famílias de agricultores da região, que têm sua realidade baseada na pesca artesanal e predatória de pescado. O pirarucu, cuja carne é muito apreciada, pode ser aproveitado em sua totalidade. Subprodutos como escamas e pele são matéria-prima com grande valor no mercado internacional, usados na fabricação de bolsas, acessórios e calçados.

Plantio – Outra forma de geração de renda apresentada aos participantes é o cultivo de essências florestais como o Nim. Pesquisa recente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) detectou que o extrato da planta combate cerca de 400 espécies de fusariose, praga que causa grande perda na produção.

No que diz respeito à pecuária, o Nim também se apresenta com uma alternativa para o combate de vermes e carrapatos. “A mistura do pó da planta ao sal mineral na ração animal ainda elimina a ‘Mosca dos chifres’, prejudicial à bovinocultura”, informou Jairo Eiras, engenheiro agrônomo da Emater.

A proposta da Emater é acompanhar e apoiar o trabalho da fazenda Neem e formar uma cooperativa de piscicultores, que estimule o criatório do pirarucu e desenvolva a produção agrícola. “Não existe melhor forma de desenvolvimento do que o associativismo. Juntos diminuímos os custos, aumentamos a produtividade e o poder de mercado”, disse a presidente da Emater, Cleide Amorim.

Texto: Iolanda Lopes - Emater
Email: gabinete@ceasa.pa.gov.br

Manejo Ecológico dos jardins com o uso do neem

Leia matéria da 'Revista Paisagismo em Foco' com a diretora da Preserva Mundi, Romina Lindemann

Dicas de Profissionais, por Romina Lindemann - Dê adeus ao veneno    

Belos jardins repletos de flores, folhas e.... produtos tóxicos! Por muito tempo os inseticidas químicos tem sido a principal arma dos paisagistas para o controle de pragas nos jardins. Além dos problemas para a saúde - tanto de quem frequenta o local quanto de quem manuseia o produto -  os pesticidas desequilíbram também o meio ambiente já que o veneno mata os insetos de forma indiscriminada, eliminando também abelhas e borboletas.  Mas, assim como na agricultura, a demanda por uma plantação orgânica e natural tem crescido no paisagismo.

O manejo ecológico dos jardins é um pedido cada vez mais frequente entre os clientes que encomendam projetos paisagísticos e um diferencial competitivo para as companhias que se prepararam para ofertar um serviço que passa longe de produtos químicos. É o caso, por exemplo, da Burle Marx e Paisagismo LTDA. A companhia, fundada em 1955 por Roberto Burle Marx no Rio de Janeiro - vem usando desde o início do ano um óleo vegetal extraído de uma árvore indiana - a Azadirachta Indica, também conhecida como neem, - na manutenção de seus projetos.

O óleo de neem combate desde pequenas cochonillas que infestam as bromélias dos jardins até insetos maiores com a mesma eficiência dos agrotóxicos. Mas, ao contrário dos inseticidas químicos, o óleo do neem é biodegradável e atua apenas no sistema hormonal do inseto inibindo o desenvolvimento de ovos e larvas. Somente insetos que se alimentam de plantas são afetados pelo neem. Quem fornece o óleo para a empresa é a Preserva Mundi, que cultiva a árvore há cinco anos na região de São João de Pirabas, interior  do Pará, em parceria com as comunidades ribeirinhas do local. Segundo a gaúcha Romina Lindemann, sócia da empresa, o estado foi escolhido porque tem  temperatura e umidade que favorecem o plantio. Além de clientes na área de paisagismo, a empresa também fornece neem para outros 75 produtores rurais em todo País. "Nossas vendas tem crescido 45% ao ano", diz. Hoje a fazenda, localizada a 200 km de Belém, possui 150 mil árvores. E tudo delas é aproveitado - do principio ativo se produz desde repelentes de insetos e carrapatos para serem usados em casa e nos animais domésticos à sabão para o combate à piolhos nas escolas estaduais da região. " Acreditamos que o uso de defensivos naturais tem tudo para crescer no Brasil. Quem ficar fora desta tendência vai perder mercado, não importa em que área", diz Romina.

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Preserva Mundi concorre a prêmio de sustentabilidade

O prêmio GreenBest irá consagrar as melhores iniciativas referentes à sustentabilidade. Preserva Mundi foi selecionado como participante na categoria: Materiais Inovadores, com o óleo de neem, produto orgânico, certificado pela Control Union,  formulado para o controle de insetos, ácaros, carrapatos, pulgas, pulgões, moscas, etc.


Clique no selo abaixo e vote no Óleo de Neem do Preserva Mundi:

Batata sem agrotóxico é cultivada em município do Rio Grande do Sul

Controle de insetos em Colorado/RS é feito com óleo de nim, inseticida e fungicida orgânico originário da Índia
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Sementes da batata Macaca foram distribuídas a produtores do Rio Grande do Sul pela Embrapa Clima Temperado e estão sendo cultivadas sem agrotóxico no município de Colorado. Certificadas e livres de vírus, as sementes foram plantadas em setembro em solo adubado com dejetos de suínos e bovinos de 35 propriedades rurais.

– Os agricultores estão satisfeitos com o alto rendimento – disse o técnico agrícola da Emater/RS-Ascar, Jair Ross.

Segundo Ross, um quilo de semente chega a render até 15 quilos de batatas. Motivado, o produtor Moacir Rizzardi plantou 30 quilos. Após a colheita, em dezembro, Rizzardi ainda terá a opção de uma segunda safra.

– As melhores plantas podem ser cultivadas, em outra área, nos meses de janeiro e fevereiro – sugeriu Ross.

O controle de insetos na plantação de batatas é feito com óleo de nim, inseticida e fungicida orgânico, pertencente à mesma família do cinamomo, cedro e mogno e originário da Índia. Segundo a Embrapa, pelo menos 400 espécies de insetos se mostraram sensíveis à ação do nim. A planta, segundo pesquisas, repele, dificulta o crescimento, impede a eclosão dos ovos e mata larvas de insetos.

Governo do Estado do Rio Grande do Sul

Entrevista Canal Terra Viva - Dia dia rural



Assista a entrevista da diretora comercial da Preserva Mundi, Romina Lindemann, e saiba como a empresa foi criada e ainda sobre o neem e sua aplicação na agropecuária.